segunda-feira, 22 de novembro de 2010

crianças na cozinha



Universidade Anhanguera-Uniderp
PROJETO “CRIANÇA NA COZINHA”
1. Identificação da Unidade Escolar:
Nome:
Escola Municipal Jamic Pólo e Extensões
Endereço:
Pedro Celestino BR-262
Bairro:
Zona Rural
Município:
TERENOS-MS
Telefone:
3246-1529
Estado:
MS
CEP:
79 190-000
Equipe pedagógica:
(Direção) Irenice Rodrigues
Título:
PROJETO “CRIANÇA NA COZINHA”
Natureza:
Incentivar as crianças a frenquentarem a cozinha.   
Público Alvo:
Crianças do 3º Ano “A”
Estimativa de Participantes:
Estagiário (a): 01
Professores: 01
Técnicos da cozinha: cinco
Equipe de Elaboração e Execução:
Acadêmica: Daiana Santos Santana

Início:
Outubro
Término:
Outubro
Carga Horária Total:
28h/a           
JUSTIFICATIVA:

Criança na cozinha? Por que não?
Alem de uma experiência é muito divertida, a atividade contribui para o processo de desenvolvimento infantil, ao trabalharmos com crianças da educação infantil quanto do ensino fundamental, é necessário um cuidado com estas crianças é onde que tudo começa, a criança precisa ter um contato direto com a cozinha e seus diversos aspectos.
Pra apresentar as crianças ás propriedades de cada alimento, á importância de uma refeição balanceada, cuidados preventivos e quais procedimentos para a higiene que é tão essencial na cozinha, é preciso que ela tenha contato com este local, para que aos poucos vai se adaptando e quem sabe goste da idéia e comece a ajudar sua mãe em pequenos serviços.
   Por isso pensei em elaborar este projeto, com a intenção de realizar atividades práticas com alunos da escola, trabalhando a receita de varias formas e incluindo vários tipos de receitas de diversas regiões.
Por que trabalhar com receita?
A receita é um gênero que possui forte apelo cultural. Ë comum às pessoas passarem receitas umas às outras. Se as receitas são passadas oralmente, poderíamos então nos perguntar: por que trabalhar com receitas escritas? Em primeiro lugar, porque dessa forma pode-se ampliar ainda mais o repertório de possibilidades culinárias, pois só sabemos de cor aquelas receitas que fazemos freqüentemente. Além disso, possibilita uma maior autonomia para as pessoas que cozinham.
Mas a justificativa mais importante que sustenta o trabalho com receitas nos anos iniciais do ensino fundamental é o fato de que se trata de um gênero que já é trabalhado na escola por apresentar uma estrutura menos complexa que os outros e que compartilha de certas propriedades de outros gêneros do discurso (como instrução de jogo, instrução de montagem, bula de remédio, regulamento, leis, etc. e até mesmo a constituição). A idéia, então, é começar por um gênero que seja menos complexo para que, nos outros anos escolares, se possa trabalhar com gêneros mais complexos que partilhem de semelhanças com as receitas.
Assim cada criança poderá também compartilhar suas receitas com outros colegas não de classe, mas também de fora.


Geral:
·         Fazer com que o aluno aprenda preparar comidas a partir da leitura de receitas.

Específicos:

  • Desenvolver noções de organização e padronização do local;
  • Interpretação das receitas;
  • Desenvolver a atenção e concentração;
  • Aplicar os conceitos básicos da matemática e português;
  • Fazer com que a criança aprenda a medir.
  • Proporcionar atividades que justifique a importância de vitaminas, fibras, proteínas, etc.

Conteúdo:
Matemática: medidas de capacidade, medida de massa e medida de volume, validade dos alimentos, valor monetário.
Português: produção de texto sobre o assunto trabalhado.
Ciências: alimentação saudável e higienização dos alimentos.
De acordo com os conteúdos envolvidos, será apresentado para as crianças procedimentos que iram ajudá-los afazerem uma boa interpretação de receitas, já na matemática, apresentar uma balança para pesarem os ingredientes e terem noção de medidas, diferenciarem o significado de uma colher de sopa de café e de chá. No conteúdo de ciências será apresentado os métodos de alimentação e higiene.
Metodologia:
·         Divisão por equipes de acordo com o número de alunos;
·         Pesquisa de alimentos por equipe (Internet, entrevistas, o próprio cardápio cozinha da escola, etc.);
·         Exposição da pesquisa realizada;
·         Oficina pratica para confeccionarem um livro receitas contendo diversas comidas típica;
·         Culminância: exposição das atividades realizadas do projeto.


Programação:
30.09.10 - (4 hr/a) Apresentação do projeto
Início: 07h00min às 11h00min
Local: Escola Jamic Pólo e Extensões

1) O presente projeto será apresentado por meio de data show com slides informativos, mostrando a importancia de inserir a criança na cozinha, apresentando também diversas receitas de comidas tipicas do estado.
Em seguida sera apresentado imagens de comidas para que possam identificar o  produto de que estamos falando.
Após a apresentação do projeto, todos serão levados para a sala de informatica e depois para a biblioteca para pesquisarem receitas para que possamos construir o nosso livro de receitas.

01.10.10 - (4hr/a) visita na cozinha da escola.
Início: 07h00min às 11h00min
Local: Escola Jamic Pólo e Extensões
 
 Cada grupo irão elaborar três questões para entrevistar a chefe da cozinha, após intrevista. Apresentar o espaço da cozinha e seus utencilios.
 Em seguida iremos fazer uma visita no local onde são armazenado os alimentos, para verificarmos de que maneira eles  são guardados.
Depois separar as vasilhas que serão necessarias para o preparo da receita:”sanduiche natural”

06.10.10 - (4hr/a) Confeccão do livro de receita.
Início: 07:00 às 11:00
Local: Escola Jamic Pól

3)  Elaborar um livro receita, com todas as receitas pesquisadas  e trazidas de casa pelos alunos. Cada grupo irá ficar responsável por cada parte do livro. O livro será apresentado da seguinte forma: capa, contra capa, indice, introdução, identificação do alunos, da professora e do estagiário, sendo que a primeira parte irá conter: comidas tipicas da nossa região, e a segunda parte comidas de outras regiões e alimentos saudáveis.
Materiais que serão utilizados:

·         Receitas tipicas;
·         Folhas sulfites;
·         Papel cartão;
·         EVA;
·         Tesoura, cola quente;
·         Canetinhas, lápiz de cor;
·         Fitas de ceti;
·         Tinta guache;
·         Velcro.

08.10.10 - (4hr/a) apresentação de um filme.
Inicio:07:00 ás 11:00
Local: Escola Jamic Pólo
Aula lá fora parte 1
ALIMENTAÇÃO
Video TV escola, Secretaria de Educação a Distância
DVD escola, Escola/Educação
Ministerio da Educação
www.mec.gov.br

20.10.10 - (4ha/a) execução de um sanduiche natural.
Início:07:00 às 11:00
Local: Escola Jamic Pólo

5) O estagiário juntamente com o professor e alunos, irão fazer um sanduiche natural na sala de aula usando tais ingredientes:
  • 100 fatias de pão;
  • Atum;
  • Maionese;
  • Cenoura;
  • Cebola;
  • Sal a gosto;
  • Mussarela.
  • Salsinha.
Recursos da cozinha que seram utilizados:
  • Talheres;
  • Formas,
  • Ralo;
  • Copos;
  • Touca, avental e luvas;
  • Pratos.
  • Papel guardanapo.
Após o termino da receita, todos irão lavar o que foi utilizado da cozinha, e deixar o local arrumado.
Avaliação:

A avaliação será feita através da participação e elaboração das atividades.

Recursos:
Materiais/Equipamentos Permanentes:
1- Materiais e Equipamentos Permanentes:
- Câmera fotográfica;
- Computador;
- Projetor Multimídia;
- Caixas de Som;
- Televisão.


Referências:
Livro: alimenta-se bem -100 receitas econômicas e nutritiva-edição especial-sesi 2007.
 www.mec.gov.br

          Universidade Anhanguera-Uniderp
Construir Um Novo Olhar na Educação no Campo
1. Identificação da Unidade Escolar:
Nome:
Escola Municipal Jamic Pólo e Extensões
Endereço:
Pedro Celestino BR-262
Bairro:
Zona Rural
Município:
Terenos
Telefone:
3246-1529
Estado:
MS
CEP:
79 190-000
Equipe pedagógica:
(Direção) Irenice Rodrigues
(Coordenação) César Glagau
Título:
Construir Um Novo Olhar na Educação no Campo
Natureza:
Formação de Professores                      
Público Alvo:
Professores
Estimativa de Participantes:
Professores: 10
Técnicos administrativos: 5
Equipe de Elaboração e Execução:
(Coordenadora)
Daiana

Início:
Maio
Término:
Junho
Carga Horária Total:
20h/a           
Justificativa:

Pensar no tema Educação no Campo, é pensar na cultura que deve ser resgatada, pois, a mesma está se perdendo por encontrar dificuldades no processo de ensino aprendizagem.
            Entendemos por cultura: “Todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, artes, moral, lei, costumes ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como membro de uma sociedade” (Edward Tylor, Cultura Primitiva, 1871).
            Sendo assim, o professor deve trazer de volta os aspectos culturais dessa área, trabalhar com o tema diversidade na sala de aula para proporcionar ao aluno o respeito das diferenças pelas outras pessoas, nesse sentido: “Diversidade diz respeito á variedade e convivência de idéias, características ou elementos entre si em determinados assuntos, situação ou ambiente.” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Diversidade), então cultura e diversidade são elementos indissociáveis que precisam caminhar juntos.
Podemos afirmar que o presente projeto encontra justificativa na crescente necessidade de conhecimento dos avanços e possíveis retrocessos nas políticas educativas e nos processos de educação, em especial na Educação no Campo, nos seus obstáculos estruturais, nas suas propostas pedagógicas específicas, na capacitação docente coerente, democrática, ativa, crítica, criativa, inclusiva e contextualizada com a realidade da criança no campo, ou seja, o professor não deve se acomodar diante da situação em que é vivido na realidade, ele precisa buscar o novo, o desconhecido, procurar pensar em ações no presente para alcançar melhorias no futuro.
            A população do campo vem sendo submetida à precariedade sociocultural, decorrendo do desamparo e por conseqüência, essa população se reflete nos altos índices de analfabetismo.
            É necessário ampliar as discussões sobre educação no campo com os diversos ministros, diferentes órgãos públicos, movimentos sociais e organizações não-governamentais, com vistas à formulação e a implementação de políticas de educação, e de desenvolvimento sustentável no campo.
            A educação no campo é vista como uma ação estratégica para a emancipação e cidadania de todos os sujeitos que vivem no campo, colaborando com a formação das crianças, jovens e adultos, para o desenvolvimento sustentável regional e nacional.
            A autora do livro A Educação Rural no Brasil, Claudia Souza Passador, doutora em educação pela Universidade de São Paulo (USP), diz que:
 “A maioria das escolas estigmatizam o agricultor. As crianças são levadas a pensar que trabalhar na roça é para quem não tem estudo. Um erro. O conhecimento é útil em todas as áreas. O Brasil, especialmente, precisa de pessoas bem formadas para esse setor, porque 80% dos municípios tem uma economia rural.”(Revista Nova Escola: Salvação da Lavoura, edição 225, setembro de 2009).

            A educação isoladamente pode não resolver os problemas do campo e da sociedade, mas é um dos caminhos para a promoção da inclusão social, apontada como prioridade no resgate dessa população. Para que isso ocorra, o educador precisa conhecer a realidade que o aluno apresenta na sociedade.
                                       Segundo a LDB, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica, em seu art. 28:
“Na oferta da Educação Básica para a população rural, os sistemas de ensino proverão as adaptações necessárias à sua adequação, à peculiaridade da vida rural e de cada região, especialmente: conteúdos curriculares e metodologia apropriada às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural, organização escolar própria, incluindo a adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas, adequação à natureza do trabalho na zona rural”.

            Afirmamos também como justificativa a nítida necessidade de divulgação do material pesquisado, apresentando ao término do presente projeto de forma fundamentada, por meio da pesquisa e do contato presencial in locco, todas as características e necessidades apontadas anteriormente, levando em consideração que a produção científica e a assunção de novas posturas diante da realidade abordada não é uma carência puramente acadêmica, vinculada somente à formação de futuros profissionais da educação, na verdade é também uma carência de conhecimento da sociedade em todas as suas esferas, dos docentes atuantes, da comunidade e enfim, do cidadão.


Objetivos:
Geral:

-Conhecer de forma mais ampla o contexto que se dá a educação do campo para que as informações se convertam em ações que beneficiem os conhecimentos dos professores.
Específicos:
- Divulgar o tema Educação no Campo;
- Informar a partir dos conhecimentos prévios dos professores;
- Sensibilizar os professores a respeito dos conteúdos específicos;
- Englobar o tema cultura e diversidade para expansão de conhecimentos;
- Possibilitar discussões, soluções, sobre os obstáculos na educação no campo.
Metodologia:
       Por meio da observação realizada na escola municipal Jamic PóLo e Extensões, iniciamos nosso projeto na Educação no Campo com base em um questionário com os professores desta instituição, que levou ao nosso tema: Construir um novo olha na Educação no Campo
      Organizamos cinco atividades para ser trabalhados com os professores, a fim de desenvolver um posicionamento mais crítico em relação à formação dos educandos.
      As atividades serão realizadas na escola no período de cinco dias:
      A primeira atividade será realizada uma dinâmica que apresenta como tema: “Quem sou Eu?” Para reflexão do conhecimento profissional.

      Na segunda atividade será ministrada uma palestra sobre a Educação no Campo com professor Doutor Gilberto Luiz Alves.
      Na atividade seguinte será proposta a elaboração de um projeto que trabalhará cultura e diversidade com base em pesquisas feitas com alunos e  suas necessidades.
      Na quarta atividade será apresentado aos educadores um vídeo com o pronunciamento do Coordenador geral da Educação no Campo do Ministério da Educação e Cultura, Antônio Morangon.
      E para finalizar os educadores participantes do presente projeto produzirão um texto sobre a Educação no Campo, de acordo com seu conhecimento e seu aprendizado sobre o tema.

Programação:
07.06.10 - (2 hr/a) Dinâmica sobre o conhecimento profissional.
Início: 08:00 às 10:00
Local: Escola Jamic Pólo e Extensões

1)Será realizada  uma dinâmica direcionada aos educadores com o seguinte título: QUEM SOU EU?

Objetivo: Motivar os participantes a refletir sobre a sua formação

a- Cada um escreverá em uma ficha preestabelecida sobre o que pretende com a sua profissão r
espondendo a perguntas como:

-Quem sou eu?
-O que quero com minha formação?
-Quais são
as minhas metas, meus objetivos e ilusões?
-Quais meus limites?
-Como atuo para chegar ao meu sonho?

b-Terminada a reflexão pessoal, iremos socializar os resultados das diferentes idéias.

08.06.10 - (2hr/a) Palestra com Prof. Dr. Gilberto Luiz Alves , com o tema:    Educação  no  Campo
Início: 09:00 às 11:00
Local: Escola Jamic Pólo e Extensões

 
2) Será realizada uma palestra com o Professor Doutor Gilberto Luiz Alves direcionada aos educadores, trabalhando com o tema: Educação no Campo.

a-
Serão abordados alguns aspectos da Educação no Campo como:

- Dados Comparativos de avanços e retrocessos
- Principais problemas estruturais
- Desafios do educador
- Perspectivas de evolução

09.06.10 - (2hr/a) Projeto pedagógico na área da educação do campo.
Início: 13:00 às 15:00
Local: Escola Jamic Pólo

3)  Elaboração de um projeto pedagógico para trabalhar cultura e diversidade dentro da sala de aula com base em pesquisas feitas com os alunos e suas necessidades.

10.06.10 - (2hr/a) Apresentação de Vídeo e Discussão Dirigida:
Coordenador Geral de Educação no Campo/MEC - Antônio Morangon 
      
Início: 15:00 às 17:00
Local: Escola Jamic Pólo
 
4) Será apresentado aos educadores um vídeo com o pronunciamento do Coordenador Geral de Educação no Campo do Ministério da Educação e Cultura, Antônio Morangon.

a- Será realizado um exercício de reflexão sobre as peculiaridades da Educação no Campo por meio de uma discussão dirigida e participativa.
 
 Fonte do vídeo:
 Sítio Eletrônico -http://www.youtube.com/watch?v=XeI8jlgoCpg

11.06.10 - (2ha/a) Produção de Texto dos educadores.
Início: 08:00 às 10:00
Local: Escola Jamic Pólo

5) Os educadores participantes do presente projeto produzirão um texto  sobre a Educação no Campo, de acordo com seu conhecimento e seu aprendizado sobre o tema.

a- Expor as idéias, problemas enfrentados e possíveis soluções para esta temática.

Avaliação:

A avaliação será feita através de um questionário anexo.

        Outra avaliação será a freqüência dos educadores envolvidos no projeto, realizada através de uma ficha contendo a assinatura dos professores.

Recursos:
Materiais/Equipamentos Permanentes:
1- Materiais e Equipamentos Permanentes:
- Câmera fotográfica
- Tela de projeção
- Computador
- Projetor Multimídia
- Caixas de Som
- Microfone
2- Materiais/Consumo:
- Folhas de Papel A4
- Canetas esferográficas azuis
- Cartuchos de Tinta para Impressora Ink-Jet
Referências:
- Oliveira, Juliana Andrade.  O trabalho dos professores na educação básica em Mato Grosso do Sul / Juliana Andrade Oliveira, José Carlos Pesente, Leda Leal Ferreira. – São Paulo: Fundacentro, 2009.
- Lei de Diretrizes e Bases.
- Salvação da Lavoura, edição: 225, Setembro de 2009.
- Edward Tylor, Cultura Primitiva, 1871.
Complementar:

Aprovação do projeto:
Campo Grande________ de ____________ de 2010.

__________________________
Coordenadora do Projeto   

































QUESTIONÁRIO DE PESQUISA

1) Como os professores definem cultura?

2) Como o professor trabalha a diversidade dentro da escola?

3) Qual é o seu conceito com relação a educação no campo?

4) Existe uma expectativa de mudança com essa educação?

5) O que você sente de diferente em se relacionar com as crianças do campo?

6) Existe um planejamento diferenciado em relação ao ensino na educação do campo e na educação urbana?

7) Há diferença no aprendizado em relação as crianças?

8) Como são abordados as datas comemorativas?

9) O município oferece transporte para os professores e para os alunos
chegarem até a escola? É de boa qualidade? E um só é suficiente?

10) Há professores suficientes para atender as necessidades dessas crianças?

11) Quando o aluno não consegue chegar a escola, devido as interpéries, o professor depois retoma as aulas com ela ou ele tem que ir atrás sozinho?

12) Como é tratado o assunto da sexualidade dentro da sala de aula?

13) Como a escola trabalha a inclusão social?

14) Há crianças que precisam de um cuidado maior?

16) Os professores trabalham os temas transversais dentro da sala de aula?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

educação com atividades de movimentos

Vedovatto, F. & Mello, A. Quietas e caladas: as atividades de movimentos com as crianças na Educação Infantil. Educação em Revista, Belo Horizonte, n.02, v.25, agosto 2009. Disponível em: dijnane@ig.com.be e mmello@ufscar.br e maré@terra.com.br

[1]O presente artigo tem por objetivo discutir e identificar na rotina diária de uma creche do município de São Carlos, as atividades de Movimentos promovidas pelas profissionais que atuam com crianças pequenas. Sob a perspectiva da teoria Histórico-Cultural de Vigotski, cuja concepção de desenvolvimento infantil prioriza a cultura e a atividade mediada de professores, como determinantes nas aprendizagens e no desenvolvimento infantil. Um dos principais problemas na que foi encontrado na Educação Infantil é que estão tornando a escolarização das crianças mais difícil, onde acabara refletindo em uma imposição de posturas e movimentos no seu corpo, impedindo-as de brincar, que é essencialmente uma das atividades mais importantes nesta faixa etária, pois por meio dela, a criança aprende e se desenvolve.  Segundo as pesquisas feitas, as professoras da creche têm experiência de trabalho com crianças, mas falta-lhes o conhecimento de como trabalhar atividades educativas com Movimento, e, portanto, priorizam a manutenção das crianças em situação de Não-Movimento. O Não-Movimento, ou seja, a concepção que as educadoras têm de manter as crianças quietas e caladas, por permanecerem na creche muito tempo isso se refere exclusivamente a alimentar, garantir a higiene e o descanso, sendo assim acaba não oferecendo atividades diferenciadas, tudo isto se revela a falta de organização do tempo de que dispõem. Não é bem assim, o papel das profissionais da Educação Infantil é de responder as exigências das crianças sem que caia no extremo assistencialista ou escolarizante. Durante toda pesquisa feita na creche, ficou constatado que precisa-se de extrema urgência renovar os cursos de formação inicial e os cursos continuados que são oferecidos para professores da Educação Infantil. As atividades de movimentos tais como: brincadeiras dirigidas, danças, dramatização, etc. para crianças pequenas são de fundamental importância para o seu desenvolvimento, por meio delas a criança não desenvolve somente o motor, mas também o estará relacionando-se com resolução de problemas, questionamentos, demonstrando sua criatividade, memória, atenção durante as brincadeiras e abstração, retendo apenas as informações que são relevantes para um propósito particular no momento das brincadeiras. No entanto o ensino de brincadeiras com movimentos deve guiar as crianças para que ocorra o desenvolvimento de novas habilidades, sem que os professores imponha limites durante as atividades.

 

Educação

educação e movimento

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


Nessa era de tecnologia e com o avanço dos estudos em muitos países subdesenvolvidos principalmente o Brasil que sofre uma carência na educação. Falar sobre tecnologia na educação requer uma atenção a mais, por existir no auge da era em que tudo se baseia em tecnologia existe pessoas que nunca viram um computador na vida, já tiveram algum contato com celular, mas por condições precárias o uso é impossível. Pode parecer surreal quando pensamos que as evoluções caminham rapidamente e pessoas humildes são esquecidas.
A tecnologia na educação envolve um modo de trazer mais informações para os estudantes que não tem a possibilidade, assim com o mesmo objetivo que o projeto Inclusão Digital propôs. Criando estratégias de aprendizagem, assim como os métodos de ensino que muitas universidades oferecem que são salas de aula online, o aluno não precisa mais ir até a faculdade, através da conexão a internet a universidade e ele interagem online, recomendado para quem mora longe, não tem condição e nem tempo para estar em uma sala de aula. Outro projeto também foi trazer computadores para as salas de aula no ensino fundamental e médio, em escolas particulares este sistema já é implantado, mas como estamos falando de ensino publico, foi um desafio, em poucas escolas de grandes capitais foram instalados como método de ensino, mas a maioria ainda não tem nem sala de computação.
Uma forma que facilitou e muito a vida dos professores, foram os data show, e apresentações digitais em slides para os alunos da rede publica de ensino, as escolas que tem condições já se adaptaram com o método de ensino e os alunos garantem que implantar a tecnologia na educação é uma das maneiras mais eficazes de aprendizado.